UNA VISIÓN GENERAL DE LA INVESTIGACIÓN SOBRE LA ENSEÑANZA DE LAS MATEMÁTICAS EN LA EDUCACIÓN DE LOS ESTUDIANTES SORDOS

Palabras clave: Lenguaje de señas. Enseñanza y aprendizaje. Sordez

Resumen

ResumenEl avance de la tecnología combinado con el desarrollo de nuevos recursos y la rapidez con que fluye la información, mantienen a la sociedad en un constante movimiento, y consecuentemente, la escuela como uno de los elementos de la sociedad sufre continuos cambios. Considerando este escenario, planteamos como objetivo del presente estudio diseñar un panorama de las investigaciones referentes la enseñanza de las matemáticas en la educación de personas sordas. Para este propósito utilizamos, como metodología de revisión la Methodi Ordinatio, para la selección y análisis de los artículos disponibles en la base de datos Scopus, Scielo, DOAJ y ERIC, a través de los descriptores: sordo, matemáticas, lenguaje de señas, escuela, tecnología y bilingüismo. Constatándose que la educación de los sordos se presenta en un ambiente de muchas posibilidades y, por lo tanto, diversos factores interfieren en el proceso de enseñanza y aprendizaje de las matemáticas de estas personas en el aula. Los resultados revelaron que entre los factores que influyen, los puntos convergentes son la enseñanza y el aprendizaje de las matemáticas en el lenguaje de señas, con el desarrollo de herramientas visuales y la construcción de un ambiente accesible para los sordos, con respeto y valorización a la cultura sorda.Palabras clave: Lenguaje de señas. Enseñanza y aprendizaje. SordezUm panorama das investigações sobre o ensino de matemática na educação de surdosResumoO avanço da tecnologia aliado ao desenvolvimento de novos recursos e a rapidez de informações mantêm a sociedade em constante movimento e, consequentemente, a escola como um dos segmentos sociais, passa por contínuas mudanças. Ao considerar tal fato, o objetivo deste estudo é desenhar um panorama das investigações sobre o ensino de matemática na educação de surdos. Para tanto, utilizou-se, como metodologia de revisão, a Methodi Ordinatio para seleção e análise dos artigos disponíveis nas bases de dados Scopus, Scielo, DOAJ e ERIC, por meio dos descritores: surdos, matemática, língua de sinais, escola, tecnologia e bilinguismo. Constatou-se que a educação de surdos se apresenta em um ambiente de muitas possibilidades e por conseguinte, diversos fatores interferem no processo de ensino e aprendizagem de matemática em sala de aula a essas pessoas. Os resultados revelaram que dentre os fatores que influenciam, os pontos convergentes são, o ensino e a aprendizagem de matemática em língua de sinais, com desenvolvimento de ferramentas visuais e a construção de um ambiente acessível para os surdos, com respeito e valorização à cultura surda.Palavras chave: Língua de sinais. Ensino e aprendizagem. Surdez.An overview of research on the teaching of mathematics in deaf students’ educationAbstractThe technology advances combined with the development of new resources and the speed of information keep the society in constant movement and, therefore, the school as a social segment undergoes continuous changes. Considering this fact, this study aims to draw a research panorama about mathematics teaching in deaf students’ education. The Methodi Ordinatio was used as review methodology to select and analyze the articles available on Scopus, Scielo, DOAJ and ERIC databases, throughout the descriptors: deaf, mathematics, sign language, school, technology and bilingualism. The deaf people’s education, was concluded, is presented in an environment with many possibilities and thus various factors which interfere in mathematics teaching-learning process in classroom of these students. The results showed that among the factors which influence, the convergent aspects are the mathematics teaching-learning in sign language, development of visual tools and the constructions of an accessible environment to deaf people and respect and appreciation for deaf culture.Keywords: Sign language. Teaching-learning. Deafness.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Citas

Adamo-Villani, N., & Wilbur, R. (2010). Software for math and science education for the deaf. Disability and Rehabilitation Assistive Technology, 5(2), 115-124. doi: 10.3109/17 483100903387499

Adamo-Villani, N., & Hayward, K. (2011). Signing Avatars. In: S. Hai-Jew. (Ed.), Virtual Immersive and 3D Learning Spaces: emerging technologies and trends. (pp. 249-267). New York, Estados Unidos: Information Science Reference.

Ansell, E., & Pagliaro, C. M. (2006). The relative difficulty of signed arithmetic story problems for primary level deaf and hard-of-hearing students. Journal of Deaf Studies and Deaf Education, 11(2), 153-170. doi: 10.1093/deafed/enj030

Antia, S. D., Jones, P. B., Reed, S., & Kreimeyer, K. H. (2009). Academic status and progress of deaf and hard-of-hearing students in general education classrooms. The Journal of Deaf Studies and Deaf Education, 14(3), 293-311. doi: 10.1093/deafed/enp009 Arroio, R. dos S., Pereira, A. L. M., Pinto, G. M. da F., & Esquincalha, A. da C. (2016). Ensino de Matemática para o aluno surdo: revendo concepções e construindo paradigmas. Revista Paranaense de Educação Matemática, 5(9), 248-269. Barbosa, H. H. (2013). Habilidades matemáticas iniciais em crianças surdas e ouvintes. Caderno Cedes, 33(91), 333-347. doi: 10.1590/S0101-32622013000300003 Barbosa, H. H. (2014). Conceitos matemáticos iniciais e linguagem: um estudo comparativo entre crianças surdas e ouvintes. Educação e Pesquisa, 40(1), 163-179. doi: 10.1590/S1517-97022014000100011

Blatto-Vallee, G., Kelly, R. R., Gaustad, M. G., Porter, J. & Fonzi, J. (2007). Visual–spatial representation in mathematical problem solving by deaf and hearing students. Journal of Deaf Studies and Deaf Education, 12(4), 432-448. doi: /10.1093/deafed/enm022 Borba, M. C., Almeida, H. R. F. L., & Gracias, T. A. de S. (2018). Pesquisa em ensino e sala de aula: diferentes vozes em uma investigação. Belo Horizonte, Brasil: Autêntica editora.

Bull, R., Marschark, M., & Blatto-Vallee, G. (2005). SNARC hunting: Examining number representation in deaf students. Learning and Individual Differences, 15(3), 223-236. doi: 10.1016/j.lindif.2005.01.004

Cannon, J. E., Fredrick, L. D., & Easterbrooks, S. R. (2010). Vocabulary instruction through books read in American Sign Language for English-language learners with hearing loss. Communication Disorders Quarterly, 31(2), 98-112. doi: 10.1177/1525740109332832 Costa, W., C. L. da, & Silveira, M. R. A. da. (2019). Aprendizagem das operações matemáticas fundamentais por alunos surdos usuários da Libras. Educação Matemática em Revista, 24(65), 128-142.

Cuenca, A. G., Cervan, R. L., & Cuberos, M. P. (2020). Do Deaf Learners Reach the Necessary Linguistic Comprehension? International Journal of Disability, Development and Education, 67(1), 92-106. doi: 10.1080/1034912X.2019.1682527 Culbertson, L. (1974). CAI—Beneficial Teaching Tool at Texas School for the Deaf. American Annals of the Deaf, 119(1), 34-40.

D’Ambrosio, U. (2018). To think in a New Way in Mathematics Education. In: A. J. Riberio, L. Healy, R. E. de S. R. Borba, S. H. A. A. Fernandes (Eds.). Mathematics Education in Brasil, (pp 1-20), Springer. Dessbesel, R. da S., Silva, S. de C. R. da, & Shimazaki, E. M. (2018). O processo de ensino e aprendizagem de Matemática para alunos surdos: uma revisão sistemática. Ciência & Educação (Bauru), 24(2), 481-500. doi: 10.1590/1516-731320180020014

Domahs, F., Moeller, K., Huber, S., Willmes, K., & Nuerk, H. C. (2010). Embodied numerosity: implicit hand-based representations influence symbolic number processing across cultures. Cognition, 116(2), 251-266. doi: 10.1016/j.cognition.2010.05.007

Easterbrooks, S. R., & Stephenson, B. (2006). An examination of twenty literacy, science, and mathematics practices used to educate students who are deaf or hard of hearing. American annals of the deaf, 151(4), 385-397.

Elsayed, S. A. & Rakza, S. M. (2019). The Relationship between Hyperactivity and Mathematics Learning among a Child with Deep Deafness. International Electronic Journal of Mathematics Education, 15(1), em0562. doi: 10.29333/iejme/5951 Fernandes, S. H., & Healy, L. (2013). Expressando generalizações em Libras: álgebra nas mãos de aprendizes surdos. Cadernos Cedes, 33(91), 349-368. doi: 10.1590/S0101-32622013000300004

Garberoglio, C. L., Gobble, M. E., & Cawthon, S. W. (2012). A national perspective on teachers’ efficacy beliefs in deaf education. Journal of deaf studies and deaf education, 17(3), 367-383. doi: 10.1093/deafed/ens014 Gravemeijer, K., Stephan, M., Julie, C., Lin, F.-L., & Ohtani, M. (2017). What Mathematics Education May Prepare Students for the Society of the Future?. International Journal of Science and Mathematics Education 15, 105–123. doi: 10.1007/s10763-017-9814-6

Hrastinski, I., & Wilbur, R. B. (2016). Academic achievement of deaf and hard-of-hearing students in an ASL/English bilingual program. Journal of Deaf Studies and Deaf Education, 21(2), 156-170. doi: 10.1093/deafed/env072

Holcomb, T. K. (2011). Compartilhamento de informações: um valor cultural universal dos surdos. En: L. B. Karnopp, M. Klein, M. L. Lunardi-Lazzarin. Cultura na contemporaneidade: negociações, intercorrências e provocações. (pp. 139-149). Canoas: Ulbra.

Holt, J. A. (1994). Classroom attributes and achievement test scores for deaf and hard of hearing students. American Annals of the Deaf, 139(4), 430-437.

Jannah, A. F., & Prahmana, R. C. I. (2019). Learning fraction using the context of pipettes for seventh-grade deaf-mute student. Journal for the Education of Gifted Young Scientists, 7(2), 299-321. doi: 10.17478/jegys.576234 Karnopp, L. B., Pokorski, J. de O., & Zanini, J. V. (2019). Narrativas sobre a docência na Educação de Surdos. The Especialist, 40, (3), 1-14. doi: 10.23925/2318-7115.2019v40i3a11

Kelly, R. R., & Gaustad, M. G. (2007). Deaf college students' mathematical skills relative to morphological knowledge, reading level, and language proficiency. Journal of deaf studies and deaf education, 12(1), 25-37. doi: doi.org/10.1093/deafed/enl012

Kritzer, K. L. (2009). Barely started and already left behind: A descriptive analysis of the mathematics ability demonstrated by young deaf children. Journal of Deaf Studies and Deaf Education, 14(4), 409-421. doi: 10.1093/deafed/enp015 Kritzer, K. L., & Pagliaro, C. M. (2013). Matemática: um desafio internacional para estudantes surdos. Cadernos Cedes, 33(91), 431-439. doi: 10.1590/S0101-32622013000300008

Lange, C. M., Lane-Outlaw, S., Lange, W. E., & Sherwood, D. L. (2013). American Sign Language/English bilingual model: A longitudinal study of academic growth. Journal of Deaf Studies and Deaf Education, 18(4), 532-544. doi: 10.1093/deafed/ent027

Madalena, S. P., Correa, J., & Spinillo, A. G. (2020). Mathematical knowledge and language in deaf students: The relationship between the recitation of a numerical sequence and Brazilian Sign Language proficiency. Estudos de Psicologia, 37, e180175. doi: 10.1590/1982-0275202037e180175

Marschark, M., Morrison, C., Lukomski, J., Borgna,G., & Convertino, C. (2013). Are deaf students visual learners? Learning and individual differences, 25, 156-162. doi: 10.1016/j.lindif.2013.02.006 Marschark, M., Shaver, D. M., Nagle, K. M., & Newman, L. A. (2015). Predicting the academic achievement of deaf and hard-of-hearing students from individual, household, communication, and educational factors. Exceptional children, 81(3), 350-369. doi: 10.1177/0014402914563700 Mendes, L. O. R., Bueno, A. J. A., Dessbesel, R. da S., & Silva, S. de C. R. da. (2019). Gamificação no Processo de Ensino e Aprendizagem de Estudantes Surdos: uma revisão sistemática. RENOTE-Revista Novas Tecnologias na Educação, 17(3), 132-141. doi: 10.22456/1679-1916.99434

Moores, D. F. (2017). Research Methodology in Deaf Education early efforts. In: S. W. Cawthon, C. R. Garberoglio. Research in Deaf Education: contexts, challenges, and considerations. (pp.35-53). New York, Estados Unidos: Oxford University Press

Nunes, T., Bryant, P., Burman, D., Bell, D., Evans, D., & Hallett, D. (2009). Deaf children's informal knowledge of multiplicative reasoning. Journal of deaf studies and deaf education, 14(2), 260-277. doi: 10.1093/deafed/enn040 Pagani, R. N., Kovaleski, J. L. & Resende, L. M. (2015). Methodi Ordinatio: a proposed methodology to select and rank relevant scientific papers encompassing the impact factor, number of citation, and year of publication. Scientometrics, 105(3), 2109-2135. doi: 10.1007/s11192-015-1744-x Pagani, R. N., Kovaleski, J. L., & Resende, L. M. (2018). TICs na composição da Methodi Ordinatio: construção de portfólio bibliográfico sobre Modelos de Transferência de Tecnologia: Brapci 2.0. Ciência da Informação, 46(2), p.161-187. doi: 10.18225/ci.inf..v47i1.1886

Pagliaro, C. M., & Kritzer, K. L. (2013). The math gap: A description of the mathematics performance of preschool-aged deaf/hard-of-hearing children. Journal of deaf studies and deaf education, 18(2), 139-160. doi: 10.1093/deafed/ens070 Peixoto, J. (2015). Gestos, sinais e esquemas de aprendizes surdos na multiplicação. Revista latinoamericana de investigación en matemática educativa, 18(3), 359-386. doi: 10.12802/relime.13.1833.

Qi, S., & Mitchell, R. E. (2012). Large-scale academic achievement testing of deaf and hard-of-hearing students: Past, present, and future. Journal of deaf studies and deaf education, 17(1), 1-18. doi: 10.1093/deafed/enr028 Ríos, N. M. B., López, D. F. G., & Gallo, E. A. (2013). Representación de problemas matemáticos asociados al uso del algoritmo de signación en población sorda. Pensamiento Psicológico, 11(2), 39-52.

Ríos, N. M. B., Guimarães, L. S. P. & Dorneles, B. V. (2018). Achievement in estimation of deaf students: a comparison between students from Brazil and Colombia. Educação, 43(4), 843-866. Sacks, O. W. (2010). Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. Tradução Laura Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras.

Spaepen, E., Coppola, M., Spelke, E. S., Carey, S. E., & Golsin-Meadow, S. (2011). Number without a language model. Proceedings of the National Academy of Sciences, 108(8), 3163-3168. doi: 10.1073/pnas.1015975108

Sales, L. M. (2009). Tecnologias digitais na educação matemática de surdos em uma escola pública regular: possibilidades e limites (dissertação de mestrado). Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Belo Horizonte, Brasil.

Sales, E. R. de., Penteado, M. G., & Moura, A. Q. (2015). A Negociação de Sinais em Libras como Possibilidade de Ensino e de Aprendizagem de Geometria . Bolema, 29(53), 1268-1286. doi: 10.1590/1980-4415v29n53a23 Segadas, C., Bernardo, F. G., Moreira, C. dos S., Barbosa, P. M., Santos, R. C. dos., & Garcez, W. R. (2018). Atividades de contagem com adaptações para alunos surdos e com deficiência visual. Rio de Janeiro: IM/UFRJ.

Scheetz, N. A. (2012). Deaf Education in the 21st century: topics and trends. 1 ed. New Jersey: Pearson. Soares, M. E., & Sales, E. R. (2018). Das memórias às ideias: orientações sobre a visualidade na Educação Matemática para surdos. REPPE, 2(1), 61-90.

Zarfaty, Y., Nunes, T., & Bryant, P. (2004). The performance of young deaf children in spatial and temporal number tasks. Journal of deaf studies and deaf education, 9(3), 315-326. doi: 10.1093/deafed/enh034

Publicado
2020-06-30
Métricas
  • Visualizaciones del Artículo 707
  • PDF downloads: 214
Cómo citar
de Carvalho Rutz da Silva, S., Midori Shimazaki, E., & da Silva Dessbesel, R. (2020). UNA VISIÓN GENERAL DE LA INVESTIGACIÓN SOBRE LA ENSEÑANZA DE LAS MATEMÁTICAS EN LA EDUCACIÓN DE LOS ESTUDIANTES SORDOS. PARADIGMA, 168-189. https://doi.org/10.37618/PARADIGMA.1011-2251.2020.p168-189.id817